Tag: Universo

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|Observando raios cósmicos através da construção de uma câmara de nuvens| #2 Como funciona uma Câmara de Nuvens? (V.2, N.12, P.1, 2019)

Câmara de Nuvens é um dispositivo experimental desenvolvido ainda em meados do século XIX, que permite visualizar à olho nu a passagem de partículas eletricamente carregadas em seu interior – incluindo os raios cósmicos – através dos efeitos causados no ambiente por suas respectivas cargas. A Câmara de Nuvens foi amplamente utilizada durante o início do século XX, nos estudos sobre partículas elementares e, inclusive, na descoberta de uma dessas partículas: o pósitron, em 1932.

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|Observando raios cósmicos através da construção de uma câmara de nuvens| #1 O que são raios cósmicos? (V.2, N.11, P.4, 2019)

Ao contrário do que se possa pensar, para fora da atmosfera terrestre – no Espaço – não há um vazio absoluto. Nosso planeta sofre constantemente uma espécie de bombardeio de partículas de dimensões subatômicas que atravessam grandes distâncias e que, apesar de seu pequeno tamanho, carregam consigo uma enorme quantidade de energia. Este conjunto de partículas, viajando à alta velocidade (próxima à velocidade da luz), é diagnosticado cientificamente como raios cósmicos.

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Se o homem foi à Lua em 1969, por que nunca voltou?(V.2, N.7, P.6, 2019)

O Programa Apollo da NASA durou pouco mais de 10 anos e teve como principal objetivo a exploração científica da Lua. Durante esses anos o contexto da Guerra Fria com a União Soviética impulsionou o avanço da tecnologia estadunidense devido à Corrida Espacial, nome dado à disputa entre os dois países pelo pioneirismo e supremacia na tecnologia e exploração espacial. Após os sucessos soviéticos em lançar o primeiro satélite e levar a cachorra Laika e o cosmonauta Yuri Gagarin ao espaço, os Estados Unidos estavam claramente em desvantagem na corrida, precisavam tentar algo tão ousado e inovador que teriam a possibilidade de conseguir antes dos soviéticos.

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Sistemas Planetários e Imagens de Mundo (V.2, N.7, P.4, 2019)

Nem só de estrelas se faz um céu estrelado! Podemos ver, a olho nu, cinco planetas: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno (Urano e Netuno foram descobertos apenas muito tempo depois, com telescópios potentes!). Pode não ser uma tarefa fácil identificar um desses em meio a milhares de estrelas tão parecidas no céu da noite, mas desde a antiguidade nossos ancestrais já haviam notado intrigantes diferenças. E esses astros misteriosos nos deixaram importantes pistas sobre como o nosso Universo é!

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O Eclipse Solar visto há 100 anos em Sobral, Ceará (V.2, N.5, P.8, 2019)

Desde o alvorecer dos primeiros Homens, a busca por respostas ou reflexões sobre o manto celeste sempre se fizeram muito presentes. Controlávamos o tempo com o Sol, voltávamos para casa com as estrelas e, dentre tantas outras utilizações, fazíamos do céu o palco de nossas histórias. 29 de Maio de 1919 foi definitivamente um dia memorável na história da ciência. Sob um pretexto científico, dois grupos de pesquisadores se deslocavam para as terras brasileiras e africanas na esperança de vislumbrar o esperado eclipse solar. Sob condições climáticas instáveis, porém, apenas um dos grupos conseguiu dados o suficiente para seus estudos.