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Kathleen Mary Drew-Baker, a “Mãe do Mar” (V.3, N.7, P.8, 2020)

Grande parte das algas não são plantas, a ficologia é a disciplina de Ciências Biológicas dedicada a estudar estes seres vivos. Kathleen Mary Drew-Baker, cientista britânica, é considerada uma das mais importantes ficólogas da história. A partir do seu trabalho com o ciclo de vida de algas do gênero Porphyria, algas cultivadas para consumo no Japão, ela se tornou conhecida pelos japoneses como a “Mãe do Mar”.

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Moléculas, luz e oxigênio: como a combinação desses três fatores pode nos auxiliar a tratar doenças? Conheça a terapia fotodinâmica (V.3, N.7, P.3, 2020)

Em um contexto de pandemia, a importância da busca por novas modalidades terapêuticas se torna mais evidente. Pesquisadores realizam um trabalho de exploração e desenvolvimento, de modo a propor alternativas aos tratamentos já existentes. Uma destas alternativas é a Terapia Fotodinâmica, proposta no início do século passado e estudada no Brasil desde a década de 1980, ganha cada vez mais adeptos em diferentes centros de pesquisa.

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Defensivos agrícolas ou agrotóxicos? Modernização ou vilania? (V.2, N.10, P.4, 2019)

Notícias sobre agrotóxicos vêm sendo bastante disseminadas nos últimos meses. O Ministério da Agricultura já liberou em 2019 mais substâncias dessa categoria do que toda a quantidade de 2018. E a quantidade de 2018 já era maior que a dos anos anteriores. A liberação dessas substâncias vem com um discurso de modernização, controle de toxicidade e aumento de produtividade. Há inclusive um projeto de Lei (PL 6299/2002) tramitando na Câmara dos Deputados que alterará disposições anteriores sobre os agrotóxicos (Decreto nº 4.074, de 4 de janeiro de 2002), podendo amenizar o conceito negativo que essas substâncias apresentam. Mas qual é o problema? O Guia dos Entusiastas da Ciência possui ISSN próprio e este texto nos foi gentilmente cedido para publicação.

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Como lidar com a raiva? (V.2, N.6, P.3, 2019)

Sabe aquela vontade de gritar mil palavrões quando você topa com o dedinho do pé em uma quina? Ou quando, sem querer, deixa o celular cair dentro do vaso?  Ou, ainda, quando vê seu ônibus chegando e corre para o ponto, mas o motorista não para? Quando essas coisas acontecem, nós sentimos uma forte emoção que parece nos transformar em outra pessoa, nós sentimos raiva. Mas hoje não vamos falar desse tipo de raiva, vamos falar daquela transmitida pelo vírus Rabies lyssavirus (você já deve ter ouvido falar dela, mas talvez sem esse nome difícil). Conhecida popularmente por causar agressividade, principalmente em cães, a raiva pode afetar o sistema nervoso central de todos os mamíferos, inclusive dos humanos.

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