Objetivos: Conhecer alguns dos principais Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) do Brasil, em particular, o Tidia-Ae, que está sendo usado neste curso. Relacionar a teoria de Vygotsky com a prática da tutoria em EaD.

Resumo: Na aula de hoje, estudaremos como aplicar o sociointeracionismo em Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs). Para isso, descreve-se inicialmente as características deste ambiente e são apresentados alguns utilizados no Brasil, que são o TelEduc, o Moodle e o Tidia-Ae. Em seguida, apresenta-se as principais teorias de aprendizagem e aprofunda-se na teoria sociointeracionista de Vygotsky e como elas são aplicadas à educação. Finalmente, é discutido como atrelar essa teoria à prática do tutor na Educação a Distância.

Atividades: Atividade 9 e Atividade 10



5.1. AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

De acordo com Santos (2003), Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) podem ser definidos como ambientes na web utilizados por educadores, comunicadores e técnicos em informática para o desenvolvimento de interação síncrona e assíncrona entre professores e alunos que se encontram geograficamente separados. Além disso, um AVA tem a característica de agregar diferentes ferramentas e funcionalidades que permitem o acesso a conteúdos e a realização de atividades propostas de uma determinada disciplina, dentre outros recursos. Para ser possível este aprendizado através de um AVA, é necessária a utilização de tecnologias, como o computador e a internet.

Pode-se dizer que os AVAs são softwares produzidos especificamente para a educação, seja em escolas, universidades, empresas ou organizações, e que auxiliam na realização e gerenciamento de cursos acessíveis pela internet. Por isso, eles possuem o objetivo de ajudar os professores no gerenciamento de conteúdos para seus alunos e na administração do curso, além de permitir o acompanhamento do desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem dos estudantes.

Para Almeida (2003), o ensino com a utilização de AVAs significa:

1. Planejar e propor atividades que propiciem a aprendizagem significativa do aluno;


2. Disponibilizar materiais de apoio com o uso de múltiplas mídias e linguagens;


3. Ter um tutor que atue como mediador e orientador do aluno;


4. Incentivar a busca de fontes de informações e a realização de experimentações;

5. Provocar a reflexão sobre processos e produtos; e


6. Favorecer a formalização de conceitos.

 

O número de AVAs cresce a cada dia, pois a utilização destas ferramentas trouxe à EaD não só a autonomia e construção coletiva do conhecimento, mas também a possibilidade da participação ativa dos alunos, professores e tutores, além do incentivo à responsabilidade e dedicação dos mesmos para com o aprendizado.



5.2. TELEDUC

O ambiente virtual de aprendizagem TelEduc foi criado em 1997, mas o lançamento oficial do software aconteceu só em 2001, tendo de imediato grande aceitação, principalmente por instituições de ensino superior brasileiras. O Teleduc é um software livre que permite a criação, participação e administração de cursos online. Ele foi desenvolvido por pesquisadores do NIED (Núcleo de Informática Aplicada à Educação), da Universidade Estadual de Campinas (cf. Ferreira, Joice, Rocha, 2003; TelEduc, 2014).

O TelEduc apresenta uma interface simples e intuitiva, onde cada funcionalidade está presente em um ponto estratégico da página. O ambiente possui um esquema de autenticação de acesso aos cursos e os recursos estão disponibilizados de acordo com o perfil de seus usuários: alunos e formadores (cf. Rocha et al., 2011).

O vídeo a seguir apresenta as principais ferramentas do TelEduc:

  



5.3. O MOODLE

O Moodle foi criado em 2001 pelo cientista e educador Martin Dougiamas. Ele criou protótipos, ou seja, versões preliminares do projeto que foram feitas e descartadas, até 2002, quando foi lançada a versão 1.0, que se restringia a pequenos grupos de universitários. Ao longo dos anos, o sistema vem sendo aprimorado quanto aos seus recursos e seu desempenho, além de abranger atualmente vários grupos de usuários, de escolas primárias a empresas. O Moodle é um projeto de código aberto e gratuito. Além disso, Dougiamas preza por procurar sempre aprimorar o sistema focado em uma característica principal: a aprendizagem colaborativa como uma atividade social que inclui produção de artefatos, como textos, para que sejam compartilhados com outros estudantes (cf. Ribeiro, 2007; Moodle, 2014).

O Moodle possui vários recursos, que possibilitam a realização de diversas atividades. Os recursos não promovem a interação dinâmica entre usuários, pois em geral são utilizados para os alunos gerenciarem materiais e conteúdos desejados.

O vídeo a seguir apresenta as principais ferramentas do Moodle:  


 


5.4. TIDIA-AE

O Tidia-Ae é um ambiente colaborativo que gerencia cursos e atividades de aprendizado, dando suporte ao ensino presencial e eletrônico. O sistema reúne ferramentas de software desenvolvidas especialmente para ajudar alunos, professores, instrutores e pesquisadores em suas ações. Usando um navegador web, os usuários podem criar um portal que reúna suas necessidades de aprendizado por meio de um conjunto de ferramentas (cf. Tidia-Ae, UFABC, 2014).

O Programa Tecnologia da Informação no Desenvolvimento da Internet Avançada (TIDIA) foi lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), em 2001, com o objetivo de transformar a internet em objeto de pesquisa.

O vídeo a seguir apresenta as principais ferramentas do Tidia-Ae:

 

 

Na UAB/UFABC, utilizamos o Tidia-Ae e nas próximas aulas você ficará mais familiarizado com essa ferramenta. Mas entendemos que, para uma EaD eficaz, a prática precisa estar unida com a teoria. No caso específico do nosso curso, utilizamos a teoria sociointeracionista e é ela que você irá conhecer mais profundamente, para que possa aplicar esses conhecimentos na prática da tutoria em EaD.

 



5.5. APRENDIZAGEM E INTERAÇÃO SOCIAL

Na educação, a aprendizagem é um fator determinante para entender como se dá a construção do saber. Para tanto, podemos definir aprendizagem como a "construção de estruturas de assimilação". Neste contexto, sabe-se que o conhecimento surge a partir daí, na interação entre o sujeito e o "ambiente". Existem dois elementos fundamentais para que essa interação ocorra e para que ela possa influenciar no modo como o sujeito apreende esse conhecimento. Eles são a motivação e a afetividade (cf. Silva, 2006).

A afetividade influencia diretamente o desenvolvimento intelectual, pois, segundo a teoria de Vygotsky, ela é o combustível que regula a interação entre os sujeitos e o meio.

A motivação surge dessa relação entre a afetividade e a interação, pois ao estabelecer relações com outras pessoas, os alunos adquirem confiança e respeito entre si, resultando numa motivação intrínseca, que faz com que surjam trocas de conhecimento.

 



5.6. A INTERAÇÃO POR MEIO DO DIÁLOGO

Na concepção sociointeracionista, o papel do professor muda. Ele deixa de ser um "transmissor" de conhecimento para ser um "gerenciador de entendimento". Neste contexto, o professor disponibiliza informações, preparando os alunos para a interação e para o diálogo. O papel do aluno também muda, pois deixa de ser um receptor passivo e passa a ser responsável pela sua atuação, além de tornar-se também um socializador de conhecimentos com os colegas (cf. Silva, 2006, pp. 260-261).

Essa comunicação "ocorre quando há pontos divergentes e posições diferentes que precisam ser compreendidas. O papel do diálogo é tão importante para interação que Paulo Freire propõe uma concepção dialógica do ensino" (Silva, 2006, p. 261).

Neste universo do ensino, entende-se que o ambiente ideal para que o sujeito se beneficie dessa interação é em um grupo de alunos heterogêneo, com níveis cognitivos diversos, pois seria no conflito que ocorreria um maior estímulo da zona do desenvolvimento proximal. Sendo assim, a forma ideal de estimular os alunos seria nas relações dialéticas e não com falsos estímulos/premiações de atividades, notas e avaliações. No caso específico da EaD, pode-se promover esse diálogo nos chats e fóruns, e se beneficiar do contato heterogêneo, que é um consenso na EaD, já que o perfil do aluno virtual é muito variado. Entretanto, um diálogo não pode surgir só nas divergências, pois na educação o aprendizado se dá nas formas mais diversas. Por exemplo, podemos citar a importância de verificar como está o processo de aprendizagem do aluno, se ele está assimilando bem o conhecimento disponibilizado; essa interação além de importante, não é conflituosa.

 



5.7. APRENDIZAGEM COLABORATIVA

Segundo Paulo Freire (1999, p. 22): "Ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção". Ele apresentou a concepção que o sujeito contribui para a formação do seu próprio saber. Ele rejeita a ideia de conhecimento transmissivo, pois, como já elucidamos na nossa primeira aula, somos indivíduos e não softwares. Assim, não fazemos download de conhecimento; portanto, não o transmitimos, nós o vivenciamos.

Para Freire, existe um processo de mão dupla de troca de papéis, no qual professores e alunos trocam de lugar, ou seja, quem ensina também aprende e quem aprende também ensina. Por isso, a aprendizagem não seria estanque e sim colaborativa, uma educação para a promoção da autonomia, que Freire define como um vir a ser, um processo, um amadurecimento.

A autonomia e a aprendizagem colaborativa têm sido muito discutidas na EaD, pois, segundo Silva (2006), as tecnologias empregadas na EaD e o apoio pedagógico utilizado nessa modalidade têm se tornado cada vez mais interativos, privilegiando o diálogo em detrimento da aprendizagem individual.

O modelo social de EaD proposto teria como objetivo transformar o processo de ensino/aprendizagem em algo coletivo, renegando o modelo de educação individualista, que é competitivo, e privilegiando a aprendizagem colaborativa e a interação social.

 

QUE ATITUDES DEVEMOS INCENTIVAR NOS ALUNOS?

"Comprometimento, negociação, troca de conhecimento, entendimento compartilhado do problema e ajuda mútua." (Silva, 2006, p. 271) 

 



5.8. PRATICANDO UMA TUTORIA SOCIOINTERACIONISTA

Depois de pensarmos sobre todas essas questões teóricas, surge a dúvida: como trabalhar uma tutoria para promover a autonomia baseada no modelo sociointeracionista?

Gostaríamos de dizer que é fácil, mas, infelizmente, não é, pois quando se trata de educação, não existem fórmulas prontas, pois as pessoas lidam com a vida de formas distintas. Desta forma, é necessário, então, que o tutor seja flexível e esteja disposto a se renovar sempre.

Algumas sugestões de ações e atitudes que você pode aplicar em sua tutoria serão apresentadas aqui. Lembre-se que são sugestões, pois o fazer pedagógico é um vir a ser, ou seja, você deve ser criativo e flexível.

A primeira questão a ser entendida é que na EaD existe uma sensação de isolamento, pois de fato o aluno está sozinho, no que diz respeito à presença física de outros alunos. Mas, apesar disso, o tutor jamais deve deixar que esse aluno se sinta sem apoio e sozinho. Ele precisa se sentir assessorado durante todo o processo.

Assim, para a promoção do aprendizado colaborativo, é essencial (cf. Silva, 2006, p.282):

 

1. Formular um objetivo comum para a aprendizagem;



2. Estimular a busca de elementos da vida real;



3. Estimular o posicionamento crítico dos alunos;



4. Dividir a responsabilidade pela facilitação;



5. Estimular recursos;



6. Promover a autonomia dos alunos.

 

E em relação à parte prática da tutoria, o lidar com os alunos, como fazer? Para se tornar um mediador do conhecimento, como vimos nas aulas anteriores, o tutor pode agir de acordo com algumas técnicas. Uma delas é o método socrático, que seria sempre responder às perguntas ou comentários dos alunos com provocações e questionamentos (cf. Silva,2006). Veja o exemplo abaixo:
 

Aluno: Eu acho que a EaD é uma forma muito democrática de educação, pois as pessoas podem acessar as aulas de qualquer local.



Tutor: Mas será que é democrática mesmo? Poder ter acesso à aula em qualquer lugar é a única coisa que torna a EaD democrática?



Aluno: Acho que a EaD é algo livre, faço o meu horário. E somos livres mesmo, mas dentro das normas.



Tutor: Será que é liberdade? O que é liberdade para você? 

 

Esses são alguns exemplos que vocês podem utilizar na sua prática de tutoria. Mas lembrem-se sempre: cada pessoa é única; portanto, não existe uma fórmula pronta. Assim, conheça cada aluno e o seu contexto. A partir dessa relação estabelecida entre vocês, aplique os conhecimentos do sociointeracionismo. As palavras-chave são: mediação, interação, relações sociais e cultura.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  1. ALMEIDA, M. E. B. Educação a distância na Internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. In: Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 29, n. 2, 2003, pp. 327-340.
  2. FERREIRA, T. B.; JOICE, L.O.; ROCHA, H. V. Interface para auxílio à avaliação formativa no ambiente TelEduc. Campinas: UNICAMP, 2003.
  3. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 13. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
  4. PULINO FILHO, A. R. Conte com Moodle no próximo semestre (manual do Moodle). Brasília, 2009.
  5. RIBEIRO, R. T. Desenvolvimento de módulos de controle acadêmico para o ambiente Moodle. Monografia (bacharelado em Ciência da Computação). Lavras: Universidade Federal de Lavras, 2007. Disponível em: http://www.bcc.ufla.br/wp-content/uploads/2013/2006/Desenvolvimento_de_modulos_de_controle_academico_para_o_ambiente_MOODLE.pdf. Acessado em: 06/5/2014.
  6. ROCHA, E. M.; TEDRUS, T. R.; IZIDA, A.; SOUZA, E. A.; PASCOAL, L. M. L.; SILVA, W. M. O ensino de matemática em AVAs: do Teleduc ao Moodle. In: Anais da III Semana da Matemática (SEMAT). Dourados: Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), 2011.
  7. SILVA, M. (org.). Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Loyola, 2006.
  8. SANTOS. E. O. Ambientes virtuais de aprendizagem: por autorias livres, plurais e gratuitas. In: Revista FAEEBA, Salvador, v. 11, n. 18, jul./dez. 2002, pp. 425-435.
  9. Tidia-Ae (UFABC). Disponível em: http://tidia-ae.ufabc.edu.br/portal. Acesso em: 06/5/2014.
  10. TelEduc. Disponível em: http://www.teleduc.org.br. Acesso em: 06/5/2014.
  11. Moodle. Disponível em: http://www.moodle.org.br. Acesso em: 06/5/2014.


CRÉDITOS
Autor: TEDRUS, T. R., Equipe PACC, UAB-UFABC - Santo André, Dezembro de 2012.
Revisores: BALLAMINUT, N.; CARTEANO, R., FIOROTTI, S.; HERRERA, V.; SIMAS, J. P.; ZIA, I. C. A., Equipe PACC, UAB-UFABC - Santo André, Maio de 2014.
 



ATIVIDADE 9

Você observou diferentes ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs) e, no dia-a-dia do curso, tem se familiarizado cada vez mais com o Tidia-Ae. Agora, o desafio é que você cite pelo menos três características do Tidia-Ae que possam ser integradas à teoria de aprendizagem sociointeracionista. Escreva suas impressões de forma sucinta, justificando-as (dedicação: 30 minutos).

Acesse o Tidia-Ae e submeta um arquivo (.doc ou .pdf) com as características do Tidia-Ae como anexo na Atividade 9 (Atividades > Aula 05 - Atividade 9).

O texto no arquivo deve ser digitado conforme a norma ABNT NBR 14724:2011: em cor preta, no formato A4 (21 cm × 29,7 cm); as margens devem ser: esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm; a fonte tamanho 12, preferencialmente Arial ou Times New Roman.

Para esta atividade será atribuída uma nota de 0 a 10, sendo que os critérios de avaliação são os seguintes: relacionou o Tidia-Ae com a teoria de Vygotsky (3,00), indicou três características do Tidia-Ae, justificando sua aplicabilidade à luz da teoria de Vygotsky (3,00), não parafraseou os textos-estímulo (1,00), foi criativo em sua apresentação (1,00), segue a ABNT para indicar referências e citações (1,00), e não comete erros de português (1,00).

 




ATIVIDADE 10

Você já conheceu um pouco mais sobre o sociointeracionismo, crie um exemplo no qual a atuação do tutor seja sociointeracionista e explique as ações tutoriais voltadas ao pensamento de Vygotsky.  Seu texto deve ter entre 10 e 20 linhas (dedicação: 40 minutos).

Acesse o Tidia-Ae e submeta um arquivo (.doc ou .pdf) com seu texto como anexo na Atividade 10 (Atividades > Aula 05 - Atividade 10).

O texto no arquivo deve ser digitado conforme a norma ABNT NBR 14724:2011: em cor preta, no formato A4 (21 cm × 29,7 cm); as margens devem ser: esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm; a fonte tamanho 12, preferencialmente Arial ou Times New Roman.

Para esta atividade será atribuída uma nota de 0 a 10, sendo que os critérios de avaliação são os seguintes: indicou um exemplo de ação tutorial sociointeracionista (2,00), explicou as ações tutoriais baseadas em Vygotsky (3,00), não parafraseou os textos-estímulo (1,00), foi criativo em sua apresentação (1,00), enviou o texto com a quantidade de linhas solicitada (1,00), segue a ABNT para indicar referências e citações (1,00), e não comete erros de português (1,00).

Para realizar essa atividade, sugerimos que você assista a seguinte entrevista com a professora Marta Kohl de Oliveira, da USP. A entrevista completa está disponível no link https://www.youtube.com/watch?v=KwnIKDXeEdI.  

Caso não consiga assistir a entrevista completa, recomenda-se assistir a parte 1 e ESPECIALMENTE a parte 2.


ENTREVISTA - EM 6 PARTES

Marta Kohl - Vygotsky - Parte 1 de 6 (Introdução)
https://www.youtube.com/watch?v=UuPzIfN1iA4

Marta Kohl - Vygotsky - parte 2 de 6 (Microgênese)
https://www.youtube.com/watch?v=h9r2FwgtbP4


Marta Kohl - Vygotsky - parte 3 de 6 (Experiência com o mundo)
https://www.youtube.com/watch?v=wY6zGXL2OfA

Marta Kohl - Vygotsky - Parte 4 de 6 (Pensamento e Linguagem)
https://www.youtube.com/watch?v=py4_joXJWpc

Marta Kohl - Vygotsky - Parte 5 de 6 (Fala, Língua e Interação)
https://www.youtube.com/watch?v=bM5-H-s4pRY

Marta Kohl - Vygotsky - Parte 6 de 6 (Transição de Linguagem e ZDP)
https://www.youtube.com/watch?v=SSQfPw5hdPw
 


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